LOUCURAS DOS SERES HUMANOS.Ley
Ontem à noite ao dormir
Passei a madrugada
Sentindo dores
Uma tristeza
De ficar só
Uma ilusão
Tudo transcorria
Ali peguei no sono
Calmo eu fiquei
Não sabia
O que se passava
Tanta solidão
No meu quarto
Não quis
Logo no meu amanhã
Uma tristeza enorme
Se apodera de mim
Tomo um banho
Para te esquecer
O cansaço
E saio por aí
Um compromisso
Digo não tenho
Nem um se quer
Falar com as pessoas
Elas todas se traem
Dizendo que são felizes
Elas todas se traem
Dizendo que bem na alegria
Elas se enganam
Na alegria elas próprias
Se enganam
Ironizam a se próprio
E querem fazer
Os outros sacos de pancadas
São uns bandos de crápulas
Querendo concerta os outros
Como não se concertam
A se próprio
É loucura do ser humano
É tantas loucuras
Dos seres humanos
Faça o que eu digo
Não faça o que eu faço
Meu amigo
Faça o que eu digo
Não faça o que eu faço
Eles sabem falar
Falam mais do que agem
Metendo o pau a alguém
O que fizera de errado
No fundo nem os outros
Fazem os erros
Que todos cometem
Falatórios
Eles próprios encabeçam
No dia a dia
Nos seus diários
No meu mundo supositório
Nas memorias guardadas
Sempre faça o que eu digo
Não faça o que eu faço
Faço as leis
E elas não mim agradam
Eu sempre piso por cima
Dizem mais
Os mais canalhas ridículos
Eu quero que o mundo se exploda
Os pobres se fodam
São assim os ricos que falam
Vem por cima
Os ricos sempre vêm por cima
Quem pode mais
É o que tem muito mais (bis)
À noite amanheceu
Minha tristeza
Volta...
Lentamente eu ponho a cabeça no travesseiro.
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